Durante o evento, foi lançado o Hub Paraná do Fórum Empresas com Refugiados, fortalecendo o protagonismo do setor industrial na empregabilidade de pessoas migrantes e refugiadas.

O Conselho de Responsabilidade Social do Sistema Fiep deu início na última quarta-feira (15), às atividades do Congresso SESI ODS 2025, reunindo lideranças empresariais, gestores públicos, especialistas e organizações internacionais no Campus da Indústria, em Curitiba.
O encontro marcou dois dias de debates sobre sustentabilidade, inovação e impacto social, com foco no tema “Mudança Climática e seus Impactos” e no fortalecimento das ações corporativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Presença ativa e reconhecimento nacional

Entre as empresas participantes, a Fiasul, sediada em Toledo (PR), teve presença marcante no evento. Representada Gerente de Gestão de Pessoas, Karen Regina Brinker e conselheira de empregabilidade do Sistema Fiep, a empresa participou de um dos painéis temáticos do Congresso, contribuindo com reflexões sobre gestão humana, diversidade e acolhimento no ambiente industrial.

“O maior valor agregado de uma indústria são as pessoas que fazem parte dela. Acreditamos que a inclusão e a responsabilidade social fazem parte do nosso DNA. A Fiasul é feita de fibras, mas também é feita de gente — e cada pessoa que chega, independentemente de sua origem, é parte da nossa história”, destacou Karen durante sua participação.

O protagonismo da Fiasul foi reafirmado com dois reconhecimentos importantes: a empresa recebeu o Selo SESI Indústria Parceira do Migrante e renovou o Selo SESI ODS, ambos concedidos pelo Sistema Fiep em reconhecimento ao compromisso com a inclusão produtiva, a sustentabilidade e o impacto social positivo.

Inspiração para o Programa Indústria Acolhedora

Reconhecida por seu pioneirismo e por transformar a inclusão em valor corporativo, a Fiasul é hoje uma das inspirações do Programa Indústria Acolhedora, iniciativa do Sistema Fiep que vem redefinindo a visão sobre a migração no Estado do Paraná.
O modelo de gestão da empresa, centrado na valorização humana e na convivência intercultural, tornou-se referência para outras indústrias, mostrando que a diversidade não é apenas uma pauta social, mas também um diferencial competitivo e motor de desenvolvimento econômico sustentável.

Atualmente, 38% dos colaboradores da Fiasul são migrantes e refugiados, provenientes de diferentes países e culturas. Essa composição plural não apenas amplia o repertório técnico e humano da empresa, como fortalece o ambiente de cooperação e inovação — prova de que a inclusão é também um caminho para a excelência produtiva.

 

Hub Paraná: união entre indústria e organismos internacionais

O Congresso também foi palco do lançamento do Hub Paraná do Fórum Empresas com Refugiados, iniciativa conjunta do ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) e do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi).
O Paraná é o segundo estado do país a receber o Hub — o primeiro foi o Amazonas —, e a escolha é estratégica: o estado abriga mais de 100 mil migrantes e refugiados, sendo referência nacional em inclusão laboral e acolhimento humanitário, com 144 indústrias já engajadas no programa Indústria Acolhedora do Sistema Fiep.

O Hub Paraná será liderado pelo Sesi, com o objetivo de aproximar o setor produtivo das agendas de proteção, inclusão e sustentabilidade, ampliando as oportunidades de trabalho digno para pessoas migrantes e refugiadas e compartilhando boas práticas empresariais de empregabilidade, capacitação e diversidade.

Segundo Davide Torzilli, representante do ACNUR no Brasil, “o lançamento do Hub Paraná representa um passo concreto para ampliar as oportunidades de integração e contribuir para um ambiente mais acolhedor e inovador, que agrega novos conhecimentos e experiências vindos com os saberes dos profissionais refugiados”.

Empresas que transformam a realidade

Durante o Congresso SESI ODS e o lançamento do Hub Paraná, a Fiasul reforçou seu papel de indústria modelo em responsabilidade social, sendo reconhecida por promover inclusão produtiva e integração socioeconômica de pessoas migrantes e refugiadas.
Com 38% de sua equipe formada por profissionais estrangeiros, a empresa mantém parcerias com programas de empregabilidade e capacitação voltados a esse público, fortalecendo o vínculo entre diversidade, inovação e produtividade.

A renovação do Selo SESI ODS e o recebimento do Selo Indústria Parceira do Migrante simbolizam o compromisso contínuo da Fiasul com a construção de um ambiente de trabalho ético, humano e colaborativo, alinhado aos princípios ESG (Environmental, Social and Governance) e aos ODS 1 (Erradicação da pobreza), 8 (Trabalho decente e crescimento econômico) e 10 (Redução das desigualdades).

Um futuro feito de gente

O duplo reconhecimento recebido no Congresso SESI ODS 2025 reafirma a visão da Fiasul de que sustentabilidade é, antes de tudo, sobre pessoas.
Com políticas consistentes de inclusão e valorização humana, a empresa transforma o trabalho em oportunidade, o acolhimento em cultura e a diversidade em força coletiva — mostrando que a indústria do futuro é aquela que produz com propósito e humanidade.

Fiasul
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